sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Ilha Grande, Angra dos Reis - RJ. Imagens

Imagens da Ilha Grande, Angra dos Reis - RJ. Clique nas imagens para ampliar.
Veleiros gaúchos na Praia do Pouso, Enseada das Palmas, Ilha Grande.
Praia de Ubatuba, Enseada de Sítio Forte, Ilha Grande.
Marta (E), Tayná e Cleuza (Entre Pólos) e Vitória na bica do Coqueiro Verde no Saco do Céu.
Tripulações reunidas no cockipit do Entre Pólos, Praia do Pouso, Enseada das Palmas, Ilha Grande.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Velejadores gaúchos em Angra dos Reis, RJ.

Veleiros gaúchos em Angra dos Reis, RJ.
A poucos dias atrás, Vitória contou aqui que passamos alguns dias "perambulando" pela Ilha Grande na primeira quinzena deste novo ano. Sempre é muito bom, muito prazeiroso, navegar preguiçosamente pela região de Angra dos Reis, mas desta vez, foi um tanto quanto diferente, na verdade foi deliciosamente divertido. Já em nosso primeiro fundeio no Saco do Céu, Ilha Grande, encontramos os amigos gaúchos, Paulo Silveira do veleiro Riacho Doce e o Tandi do veleiro de mesmo nome. Muito "converse" depois, o Tandi se foi pros lado de Paraty. Então, coube as tripulações do Riacho Doce e do Planeta Água, irem para o sacrifício... Ou melhor, para a orgia etilica e gastronomica. Aperitivos e churrascos sempre acompanhados das poções magicas oriundas da já famosa Pharmacia Riacho Doce, e também espumantes e muita cerveja fizeram parte de nossa dieta por uns 3 dias..."Crédo"!!!
Lá pelas tantas e já fundeados pras bandas da Vila do Abraão, eis que surgem lá na Ponta do Abraão, dois veleiros beeeeeem conhecidos da gente, eram o Aventura e o Entre Pólos. O Aventura do amigo José Guilherme "Chicão" Bastiani, desta feita comandado pelo Adriano Machado Marcelino (Passatempo) e o Entre Pólos, nosso velho e querido conhecido de longas e boas navegadas, sempre comandado pelo amigo Ademir "Gigante" de Miranda. Tava feito o ajuntamento da gauchada. Não demorou muito e os três veleiros já estavam a contra-bordo, o Riacho Doce nos abandonou, o comandante Paulo ia desembarcar a "mandante" Mare em Angra e depois seguiria para Paraty a exemplo do Tandi. O Planeta Água, o Entre Pólos e o Aventura agora mais pareciam um trimarã... Três vivas para o ferro e a corrente do Entre Pólos.
Abraão, Praia do Pouso na Enseada das Palmas, Saco do Ceú e a Praia de Ubatuba na Enseada de Sítio Forte, foram alguns dos lugares eleitos para os fundeios dos veleiros gauchos na Ilha Grande. As tripulações dos três veleiros, reuniram-se varias vezes no cockipit do Entre Pólos e novamente... Muita caipivodka, muita cerveja, churrascos, arroz de china (pronuncia-se "chaina"), petiscos... Um exagero de tudo ! Depois de alguns copos, a turma ficava muito alegre. No auge da faceirice, o Saco do Ceú virou; Sétimo Céu, Saco do Véio e por aí vai... A bica do Coqueiro Verde, virou... Bem, deixa pra lá.
Foram dias inesqueciveis, nossos abraços as tripulações dos veleiros gaúchos que participaram destes encontros pra la de gaudérios e que deixaram aquele gostinho de quero mais.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ilha Grande, Angra dos Reis - RJ. Imagens

Imagens da Ilha Grande em Angra dos Reis, RJ. - Clique nas imagens para ampliar.
Vitória e Marta no Saco do Céu, Ilha Grande.
Vitória e Marta a bordo do Planeta Água, Saco do Céu, Ilha Grande.
Vitória, Saco do Ceú, Ilha Grande.
Comandante Paulo Silveira do Veleiro Riacho Doce, Fernando, Marta e Mare "mandante" do Riacho Doce confraternizando a bordo do Planeta Água, na ocasião fundeado na Ilha Grande.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Sorria, você esta na Ilha Grande !

Vitória em - "A hora do banho" - Saco do Céu, Ilha Grande - Angra dos Reis, RJ.
Férias em Angra dos Reis, calor, águas limpas, caminhadas, aventuras... É isso que vivi e vou viver do dia 8 de janeiro de 2011 até o dia 16 de janeiro de 2011. Pegamos um avião de Florianópolis na manhã do dia 8, rumo ao Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa, e de táxi fomos até onde o nosso querido Planeta Água estava acomodado, na Marina do Bracuhy, em Angra dos Reis. Passamos nossa primeira noite no Bracuhy mesmo, alugamos alguns filmes, e arrumamos nossas malas nos devidos lugares, no dia seguinte zarpamos para o “Piratas” onde abastecemos o barco, em termos alimentícios; Após as compras navegamos para o Saco do céu que fica na Ilha Grande, lá encontramos amigos gaúchos como os Veleiros Riacho Doce, Tandi, Aventura e o Entre Pólos. Comemoramos nossa chegada no local com um banho de mar delicioso acompanhado de um sol lindo... Por enquanto é isso amigos tripulantes da blogosfera, no decorrer da viagem postarei mais sobre o meu reencontro com o “Planetinha”!
Vitória Rech Maciel

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

As previsões do índio "Guru"

As previsões do índio "Guru"

por Danilo Chagas Ribeiro

Em novembro passado íamos de táxi para a rodoviária de Porto Alegre, de onde seguiríamos a Tapes para trazer de volta o veleiro Canibal. Comentávamos sobre a previsão do tempo, quando o motorista se atravessou na conversa.

- Diz que quem entende mesmo do tempo é o tal do índio "Guru". De certo já conhecem ele...

Antigamente havia muitos manda-chuvas do tempo. Eram índios que auscultavam o vento e ditavam a meteorologia, senhoras de idade que observavam o telhado de zinco do galinheiro e faziam previsões certeiras, e várias outras figuras pitorescas, principalmente no interior. Nos anos 60, conheci o Seu Manoel Hortêncio, na Pinguela, litoral norte gaúcho. Filho de escravos e já setentão, encostava a orelha no chão de terra e cantava a previsão. Mas do tal índio meteorologista eu nunca tinha ouvido falar.

- Mas quem é o tal do índio, seu?...

- Pois e agora?... Eu não sei, respondeu o motorista, mas eles sempre anunciam a previsão desse índio no rádio, mais por causa da gurizada que quer fazer surf, e dizem que dá beeeeeem certinho!

Depois de alguns segundos tentando descobrir quem seria o tal índio, me caíram os butiás do bolso.

- Por acaso não seria WindGuru?

- Pois é esse mesmo que eu falei pro senhor...

(confira a previsão do índio Guru )

Fonte: popa.com.br

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

ANP derruba decisão que proibia exploração de petróleo em Abrolhos

Flotilha do Cruzeiro Internacional da Costa Leste 2010 em Abrolhos

Péssima noticia para o inicio de 2011

A media que proibia qualquer exploração petrolífera em uma área de 50 quilômetros em torno do Parque Nacional de Abrolhos foi derrubada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). A agência derrubou a decisão da Justiça Federal de Eunápolis, na Bahia, permitindo a exploração de 16 blocos nas bacias do Jequitinhonha e Espírito Santo. Onze delas são operadas pela Petrobras.

A decisão, divulgada pelo jornal Valor Econômico, informa que os blocos, no entendimento da ANP e do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), excediam os limites do Parque de Abrolhos estabelecidos pelo Ibama ao entender a limitação a um raio de 50 quilômetros dos bancos de Abrolhos, Royal Charlotte e adjacências. Entretanto, segundo ambientalistas, o impacto na região pode gerar problemas para a região preservada.

A zona de amortecimento do parque, que chega até o norte do Estado do Espírito Santo, assegura a manutenção da biodiversidade no Banco de Abrolhos, tanto de seu ambiente marinho, incluindo os recifes, como também dos ecossistemas costeiros, principalmente os manguezais, as restingas e matas ciliares, desde grande parte do sul da Bahia até a foz do Rio Doce, no Espírito Santo. Trata-se de uma proteção necessária ao parque, e definida no artigo 25 da Lei 9.985/00, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

Com a decisão, além da continuidade de todas as atividades de exploração e produção já licitadas, há possibilidade de novas licitações na área. Ainda assim, informa o jornal, o Ibama deverá analisar os pedidos de licença ambiental para autorizar qualquer exploração no País.

A briga pela exploração econômica na região foi registrada no Espírito Santo após a mobilização de políticos pela anulação da portaria que criou a zona de amortecimento do parque, em 2006. Desde então, a área é constantemente ameaçada com base em argumentos econômicos que ameaçam o ecossistema da região.

Para os ambientalistas, o passo dado pela ANP coloca o País na condição de membro do terceiro mundo, “que quer crescer a partir de uma visão econômica e que encara qualquer iniciativa de preservação como um ato de inibição ao desenvolvimento e até ao patrimônio nacional”.

Na área ameaçada pela exploração de petróleo são encontradas inúmeras espécies de algas, responsáveis não só pela manutenção das espécies, mas também pela primordial troca de gás carbônico por oxigênio. A região apresenta também um ecossistema extremamente frágil, com corais endêmicos, migração de espécies em risco, e que, além da importância natural, a instabilidade pode comprometer toda a biodiversidade do entorno.

Fonte: Flavia Bernardes - SeculoDiario.com.br

Colaboração: Emilio Henrique, Veleiro Terra Brasilis - Marina Farol de Paraty

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