quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Anôdos & Embarcações.

Você sabia que ???

Quando o casco de sua embarcação esta submerso, o anôdo protege os vários componentes de metal (ex; hélice, eixo, quilha e motores) da deterioração causada pela corrosão galvânica. A corrosão galvânica, também chamada de eletrólise, é a deterioração do metal que ocorre quando metais diferentes são colocados juntos através de um condutor em um fluido condutivo, eletricamente: o pior metal (anôdo) se dissolve enquanto os metais mais nobres (o catôdo) continuará sempre protegido.

Anôdo de sacrifício: Por que sacrificá-los?

O que têm em comum um cubo de metal prateado aparafusado ao corpo da rabeta, um anel prateado fosco em volta do torpedo do hélice ou uma placa espessa de um cinza fosco aparafusada no leme, parecendo adaptação? Muitas vezes estas peças estão esbranquiçadas e esburacadas e a rabeta ou o leme estão com pontos da tinta estourando de dentro para fora. Todas essas peças são os chamados anôdos de sacrifício.

Como funcionam

A imersão em água salgada de dois metais diferentes cria uma pequena corrente elétrica. Essa corrente provoca uma galvanização por meio de uma eletrólise. O resultado dessa eletrolise é deterioração do metal de maior condutividade elétrica, tecnicamente chamado de anôdo. A corrente elétrica flui do negativo para o positivo, num sistema em que o negativo é o metal de menor condutividade, chamado tecnicamente de catôdo. O anôdo de sacrifício foi desenvolvido para ser corroído (dissolvido) no lugar das partes do motor imersas na água salgada , como a rabeta, o leme ou os eixos. O zinco ou liga de zinco com alumínio (conhecido como alumínio podre) são os melhores anôdos para água salgada. Já em água doce, a eletrólise é bem menor e a liga de magnésio é o anôdo mais recomendado. O anôdo deve ser aparafusado ao corpo do motor na parte submersa, onde está aterrado o negativo da bateria, assim melhorando o fluxo da corrente elétrica e fazendo com que ele trabalhe a seu favor. Nada adianta colocar um anôdo fora da água, pois ele não terá função nenhuma. A utilização de muitos anôdos pode provocar um efeito contrário ao esperado. Muitos metais farão com que a massa do anôdo fique mais “dura” do que o corpo do motor, e assim a corrosão se daria no sentido inverso, preservando o anôdo e castigando os materiais mais nobres.

Quando e por que devem ser trocados?

A vida útil do anôdo vai depender do tempo de exposição à água salgada. A velocidade de corrosão é mais rápida quando o anôdo é novo, pois no processo de corrosão será criado um terceiro metal mais duro que a rabeta, leme ou eixo. Esse processo é conhecido como galvanização. Quando a corrosão atinge cerca de 50% do tamanho do anôdo, sua velocidade vai diminuindo e chega até a parar. E aí começa o processo inverso. O recomendado é trocar o anôdo quando a corrosão atingir no máximo 60% do metal.

Dicas e cuidados a serem tomados

  • O anôdo deve estar sempre aterrado ao motor, placa de neutro que poderá estar conectado ao negativo da bateria. (ver exceções);
  • Ele não deve ser pintado em hipótese nenhuma. Caso isto ocorra, a oxidação se dará em todo o conjunto metálico exposto à água salgada;
  • Os motores de popa dotados de trim elétrico podem ser retirados da água pela sua inclinação, mas é bom lembrar que se a ponta da rabeta estiver em contato com a água salgada, a corrosão se dará na rabeta, pois o anôdo estará fora da água;
  • O anôdo deve ser instalado em locais de pouca resistência à água: dentro da descarga da rabeta, na frente do hélice, no corpo da rabeta ou na base da cadeira dos motores de popa;
  • O anôdo deve ser inspecionado a cada seis meses e ser trocado uma vez ao ano. Trocar somente um anôdo irá diminuir a proteção do motor, pois os demais anôdos estarão cobertos pelo metal galvanizado e assim isolandos;
  • Passar uma escova de aço no anôdo é recomendável, pois ela elimina a camada galvanizada;
  • Da próxima vez que pedir uma revisão, não deixe de verificar se os anôdos foram limpos ou substituídos.

Exceções:

Nem sempre o que é válido para um pequeno motor de popa, serve também para um motor de centro rabeta. Depois da entrada da eletrônica nos motores, o aterramento ficou crítico, pois qualquer passagem de corrente elétrica que não fosse proveniente da bateria, poderia interferir no funcionamento do Módulo Eletrônico do motor. Este tipo de motor tem sua instalação conhecida como “motor flutuado”, ou seja, o aterramento não é feito diretamente no bloco, e sim em um negativo saindo direto do alternador, motor de arranque ou do próprio módulo. No sistema elétrico desses motores existe um chicote para o aterramento separado para a rabeta, espelho de popa e bloco do motor, isso para que os anôdos fixos a este grupo trabalhem somente na eletrólise gerada por ele mesmo. Segundo os fabricantes dos motores eletrônicos, o maior erro é o uso de uma bateria para o barco (acessórios) e para o motor ao mesmo tempo, quando o recomendado é usar uma bateria para o barco (acessórios) e outra para o motor, sendo a bateria do barco isolada tanto no positivo (a carga só flui no sentido do alternador bateria) quanto no negativo (a carga só retorna no sentido bateria — alternador). A conseqüência desse erro é uma corrosão de dentro para fora danificando primeiramente os metais mais nobres, como o aço inoxidável, este ficando fosco e áspero, podendo até soldar-se com os outros tipos de metais, como a bucha do hélice. Este tipo de dano só é percebido quando a corrosão aflora na pintura, dando a princípio a impressão de que é um defeito de pintura. Em embarcações de médio e grande porte que contêm aparelhos com 110 volts (AC) e usam inversores, é preciso verificar se a instalação do inversor não está ligada ao negativo da bateria do motor. As tomadas de cais (AC) devem estar sempre devidamente aterradas, pois caso contrário quem irá fazer a função de fio-terra será o barco, que está na água. Se isso acontecer, a rabeta e ou leme serão corroídos pela eletrólise em poucas horas. Em barcos à vela, a corrosão se dá nas partes instaladas fora d’água, pela falta de aterramento do mastro, guarda mancebo, gaiuta ou válvula da descarga. Todos devem estar conectados a uma placa comum, e esta conectada a um anôdo. Lembro também que nesta mesma placa comum deverá estar conectado o cabo do pára-raio.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Garopaba não é um bom abrigo para barcos.

Como já foi dito aqui... Moramos em Garopaba a pouco mais de 10 anos, durante este tempo, chegamos a construir uma poita com a intenção de levar o Planeta Água para perto de casa. No entanto, a tal poita nunca foi para a agua. Sem muita dificuldade, quem chega a Garopaba logo conclui que aquela baía não é um bom abrigo para barcos. Quando os ventos do quadrante Norte sopram a confusão é grande... E momentos PQP, acontecem com certa frequência.

Dizem que existe um projeto para a construção de uma marina em Garopaba, mas até onde sei este projeto esta engavetado a uns bons 15 ou mais anos. Talvez agora saia do papel, afinal a prefeitura mudou de mãos. Vamos acreditar... Enquanto isso!

21/Agosto/2003 - Madrugada, nordestão roncando... O belo veleiro acima acaba soltando-se da poita e encalhando na praia central de Garopaba.

03/Junho/2006 - A forte ressaca no mar de Santa Catarina no sábado, 03 junho 2006, fez com que a escuna Lendário, que estava apoitada, fosse parar na praia de Garopaba. A foto mostra a embarcação já calçada, e em obras. Como disse o Comandante Fernado Maciel, do limão, fez-se a limonada (observe o costado lixado). Os sacos de areia impedem que a escuna seja enterrada pela ação das ondas.

08/Maio/2008 - Os fortes ventos dos últimos dias causaram mais um encalhe em Garopaba,SC. A amarra presa à poita do Itusca, um Robertson and Caine de 45 pés, não agüentou e o catamarã veio dar na praia. O veleiro, que ficou com os lemes enterrados, pertence ao empresário Marco Aurélio Raimundo, mais conhecido por "Morongo", proprietário da Mormaii.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Deu no popa.com.br... O diário nº 02

O site popa.com.br , publicou o diário n° 02 do início de nossas andanças... "A almiranta e a lagoa" Clique e acesse, no link abaixo: http://www.popa.com.br/_2008/diarios/planeta-agua/itapua-tapes/index.htm

Para quem não conhece... O Cara das panelas aí em cima é o Danilo Ribeiro, o homem do popa.com.br

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Ondas Gigantes em Fernando de Noronha

Nos meses de janeiro e fevereiro, o arquipélago de Fernando de Noronha costuma ser atingido por ondas grandes que podem chegar aos 13 pés (4 metros), um fenômeno meteorológico conhecido como swell. No último dia 24 de março, uma dessas ondas grandes chegou a virar um carro que estava estacionado na ilha. Por conta disso, a prática do surfe e do mergulho foi suspensa por alguns dias em Noronha. Embora já tenha causado no passado alguns danos ao porto de Fernando de Noronha (fotos acima), o swell não traz problemas mais graves para turistas e moradores da ilha, exceto pela interrupção momentânea de algumas atividades como passeios de barco, surfe e outras.

Abaixo vídeo do swell fazendo a alegria dos surfistas na Cacimba do Padre.

video

Todo mês de setembro, Noronha recebe a REFENO... São em média 100 veleiros que chegam a Fernando de Noronha vindos do Recife com suas tripulações anciosas por desfrutar o paraíso. O que ninguém imagina, é que aquelas tranquilas águas do porto e praias de dentro se transformam em verdadeiros rolos compressores nos meses de verão. Observem as fotos abaixo da baía de Santo Antonio, Praia do Porto.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Cruzeiro Costa Sul 2009 - Planeta Água já inscrito

O veleiro Planeta Água já esta inscrito para o CCS 2009... Agora é preparar o barco e esperar o mes de abril chegar.

A programação a seguir é uma previsão e está sujeita a alterações devido principalmente a: capacidade de recepção dos locais, problemas técnicos, autorizações, realização da programação prevista ou motivos organizacionais que a alterem.

Rio de Janeiro/Angra dos Reis - Bracuhy - 80 MN - Saída 07/04 Chegada 08/04

Angra dos Reis - Bracuhy/Ilhabela - 82 MN - Saída 10/04 Chegada 10/04

Ilhabela/Santos - 65 MN - Saída 12/04 Chegada 12/04

Santos/Cananéia - 115 MN - Saída 15/04 Chegada 15/04

Cananéia/Paranaguá*- 60 MN - Saída 18/04 Chegada 18/04

Paranaguá/São Francisco do Sul - 54 MN - Saída 21/04 Chegada 21/04

São Francisco do Sul/Joinville - 06 MN - Saída 24/04 Chegada 24/04

Joinville/Itajaí - 30 MN - Saída 26/04 Chegada 26/04

Itajaí/Porto Belo - 15 MN - Saída 28/04 Chegada 28/04

Porto Belo/Jurerê - 25 MN - Saída 30/04 Chegada 30/04

Jurerê/Florianópolis - 13 MN - Saída 01/05 Chegada 01/05

Total 25 dias

* A flotilha será dividida e calados até 1,7 m farão a travessia via Canal do Varadouro enquanto parte seguirá por mar.

Inscrições e mais informações, clique e acesse:http://www.abvc.com.br/interna.asp?Menu=CostaSul

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O 1º diário do Veleiro Planeta Água.

O site popa.com.br , publicou esta semana o 1º diário do veleiro Planeta Água.

Clique e acesse

http://www.popa.com.br/_2008/diarios/planeta-agua/poa-itapua/index.htm

Nossos agradecimentos ao Danilo Chagas Ribeiro, comandante deste belo site náutico.

sábado, 17 de janeiro de 2009

É logo ali! Náutica Sul n° 237

Na revista Náutica Sul n° 237, nossas aventuras receberam um grande destaque.

A matéria escrita por Gilberto Ungaretti e com fotos dos álbuns de viagem do Planeta Água e do Entre Pólos, ocupou quatro páginas da revista. Na ocasião fomos contatados pela revista que indagou... Onde esta o Planeta Água ? Vocês tem mais algum material para nos enviar ? Preparamos então um release que juntamente com um CD de fotos foram enviados a Náutica. Agradecemos mais uma vez a revista Náutica pela atenção que dispensam as nossas aventuras. No entanto, cabe serem feitas algumas correções ao texto publicado como segue:

O Planeta Água navegou de Porto Alegre - RS. até Vitória - ES. Quando nos preparávamos parar seguir viagem, detectamos o inicio do rompimento do estai de proa, fato que nos impediu de seguir viagem. Os detalhes deste e de outros problemas que surgiram em Vitória, postaremos futuramente neste blog.

A aventura reiniciou para o comandante Fernando Maciel, somente no Recife - PE. O comandante Ademir de Miranda Gigante do Veleiro Entre Pólos, vinha acompanhando de longe as desventuras do Planeta em Vitória. Quando Gigante soube que o Planeta Água estava definitivamente fora da REFENO/2007, convidou o comandante Fernando para integrar a tripulação do Entre Pólos. A "almiranta" e a Vitória seguiram de avião para Fernando de Noronha.

O Entre Pólos venceu a REFENO na classe aço. Passamos dias muito agradáveis em Noronha na companhia do Gigante, da Cleuza sua esposa, do Tau Golin e do Silvio Almeida. De Noronha, retornamos de avião para o Recife. Seguiram a bordo do Entre Pólos para Fortaleza, Gigante, Tau Golin e o Silvio.

Um novo convite do comandante do Entre Pólos, propiciou ao comandante Fernando seguir viagem de Fortaleza até Trinidad & Tobago no Caribe. Perna que foi feita somente pelos dois comandantes, sem as respectivas famílias.

O Novo Planeta Água, um Delta 32, foi adquirido em Ilhabela - SP em Maio de 2007 quando estávamos de passagem por lá.

As fotos publicadas do álbum de viagem... Com o titulo "Visual" são do arquivo do Entre Pólos.

A perna Recife - Salvador, foi feita a bordo do Entre Pólos em 2005. Ocasião que também somente Gigante e Fernando vieram velejando de Pernambuco até a Bahia.

Nossos sinceros agradecimentos ao Comandante Ademir de Miranda - Gigante Veleiro Entre Pólos, amigo e companheiro de maravilhosas velejadas.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Lady Jany - O'day 23 Super Campeão do RS.

Ontem final de tarde, fui ao I.C.G Iate Clube Guaíba... E lá como sempre, estavam reunidos vários comandantes amigos. Renato Meurer, era um entre vários que lá encontrei. O Veleiro Lady Jany - O'day 23 e o comandante Meurer, dispensam maiores apresentações para aqueles que acompanham a vela gaúcha. Donos de um currículo invejável, comandante, veleiro e tripulação, durante anos dominaram as raias gaúchas em sua classe. Para quem não conhece o engenheiro-velejador Renato Meurer e seu veleiro Lady Jany (homenagem a mãe de Renato), eles faturaram nada menos que 06 Campeonatos Gaúchos...Cone-Sul foram 04...Troféu Farroupilha mais 05, isto lembrando as vitórias mais importantes. Citar todas as vitórias do Lady Jany, hoje é coisa complicada... Não lembro mais - diz o comandante Renato Meurer.

Saúde e bons ventos ao amigo Renato Meurer.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Veleiros e Carros de Competição - Curiosidades

Lá vai mais uma nova seção, curiosidades... Tipo, você sabia que ???

Tenho notado nas imagens da Vendée Globe 2008/09, algumas semelhanças entre estes maravilhosos veleiros Open 60 e os carros de corridas das mais diversas categorias. Bancos, cintos de segurança, capacetes, luvas, barras tubulares de reforço, etc... Me remetem a tempos em que estive muito envolvido com competições automobilísticas. Pilotei durante anos, foram diversos karts, carros e monopostos (Fórmula Ford), hoje vendo skippers de capacete e acomodados em bancos de competição não posso deixar de lembrar daqueles bons tempos.

Na foto acima, o skipper Jean-Pierre Dick bem acomodado no interior do Paprec-Virbac 2. Logo abaixo o cockpit de um "bólido" do Europeu de Rallie, notem os detalhes comuns... Banco, barras de reforço, eletrônicos...

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Isso sim é turismo! Veleiro Planeta Água na Mídia.

O blog do Veleiro Planeta Água, estréia mais uma seção: "Veleiro Planeta Água na mídia". Neste espaço, você vai ter acesso as matérias que foram publicadas na mídia sobre nossas aventuras. Para estrear esta seção, escolhemos uma matéria que foi um presente para nós da Revista Náutica. Abaixo o texto publicado em Náutica Sul n° 224.

Embarcar a família num veleiro em Porto Alegre e subir a costa até o Recife conhecendo o litoral brasileiro.Há maneira melhor de fazer turismo? Para o Gaúcho Fernando Maciel, a esposa Marta e a filha Vitória de 10 anos, não. Desde outubro do ano passado, a família Maciel está na água - no fechamento da Náutica Sul, eles preparavam-se para deixar Paranaguá, no Paraná, rumo a Ilhabela, no litoral norte paulista. A idéia é chegar até Pernambuco, fazendo o maior número de paradas possível, e participar da regata Recife/Fernando de Noronha 2007, em setembro. "Já participamos três vezes da Refeno", diz Fernando. "Em 2004, inclusive, ficamos em primeiro lugar na RGS", explica ele.

A primeira parte da viagem, de Porto Alegre até o litoral catarinense, também foi a mais complicada até aqui. O Planeta Água, um Delta 26, encarou 56 horas de navegação sem parar, ou, 635 milhas no contravento. Mas valeu apena. Apenas na etapa sul da expedição, o Planeta conheceu lugares que Fernando classifica como maravilhosos: Ilha do Campeche, Ganchos, Porto Belo. Sobre a Armação da Piedade, por exemplo, Maciel escreveu em seu diário de bordo: ..."é local de gente do mar, navegadores, pescadores... E tem gente que vem de muito longe em busca de suas águas esverdeadas, praias ainda desertas, manhãs tranqüilas... Como aves de migração, é certo que, cedo ou tarde, todos voltarão. Não há como resistir ao encanto daqui". E o sonho da família Maciel está apenas começando.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Zimbros - SC. Brasil - Momento PQP

Zimbros - SC - Brasil, os fortes ventos dos dias 03 e 04 de Janeiro de 2009, fizeram a âncora deste Bahamas 40 garrar. O belo veleiro acabou encalhado na praia. Com certeza o comandante mandou um "PQP" a todo volume. Colaboração do comandante e amigo Ademir de Miranda - Gigante - Veleiro Entre Pólos - ICG - Porto Alegre - RS.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Vendée Globe - Momento PQP

Jean Le Cam, vendo o mundo ao contrário na Vendée Globe. O Open 60 "VM Materiaux" de Le Cam, capotou a 200 milhas do Cabo Horn. Na foto acima clicada do avião de resgate chileno, vemos que a causa do "looping" de Le Cam foi a perda do bulbo da quilha, imaginem o baita PQP proferido por ele. Jean Le Cam foi resgatado por Vincent Riou do veleiro "PRB", Riou foi o vencedor da última Vendée Globe.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Golfinhos - Momento Único

video

Este vídeo foi enviado direto do Recife pelo comandante Emílio Russell, Veleiro Jangadeiro - Cabanga Iate Clube de Pernambuco. Emílio, é reconhecido oficialmente como único velejador a ter participado de todas as edições da REFENO. Foram 20 até Setembro de 2008.

Sandra, Emílio e Marta - XXª REFENO

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Momentos... PQP!

Estamos inaugurando uma nova seção no blog do Veleiro Planeta Água. "Momentos... PQP!" Neste cantinho, vamos publicar imagens e textos daquelas situações em que um sonoro "Puta Que Pariu!" é indispensavável e imprescindível. Na foto acima, o primeiro Momento...PQP! Infelizmente esta foto chegou sem maiores comentários, via grupo ABVC.

Veleiro Planeta Água segue fazendo amigos.

Nossa alegria é imensa... Quando recebemos mensagens de carinho de nossos tripulantes virtuais. Obrigado Silvio Rizzato Lopes ! O Silvio nos mandou um e-mail utilizando o Planeta Água Rádio. Valeu Silvio! Continue em contato e nos mande uma foto sua. Igualmente agradecemos as palavras amigas do Fábio Félix, que deixou um comentário no post "Onde Andam os Planetas ?" Fábio, estamos esperando também uma foto sua para a seção Amigos do Planeta Água.
Bons Ventos a nossos tripulantes virtuais!
Fernando, Marta & Vitória

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Garopaba... Estamos em Casa

Estamos em Garopaba - SC - Brasil, desde o dia 23 de Dezembro. Na verdade, estamos em casa para passar as festas com a família "toda". Elegemos Garopaba como cidade "lar" a exatos 10 anos, é um lugar mágico. Em 1985, viemos a Garopaba em uma Surf Trip e ficamos totalmente enfeitiçados pelo lugar. Este ano a cidade "bombou" como nunca havíamos visto, é muita gente... Tudo lotado, campings, pousadas, restaurantes, ruas e é claro as praias como na foto abaixo da praia central. Na foto acima, a vista de nosso doce lar.