terça-feira, 19 de maio de 2009

Espaço da Vitória - Cruzeiro Costa Sul 2009 - XIII

Lavanderia com máquinas novas, conforto oferecido pelo Capri Iate Clube.

26.04 - Manhã agradável sem chuva... Uhuuuu! Logo depois do café, distribuímos as tarefas, minha mãe e meu pai foram para a lavanderia do clube e eu fiquei organizando o barco ao som do Armandinho. Não demorou muito a galera começou a agitar uma ida a praia para surfar, eu tava dentro é claro, estava doidinha para pegar onda. Enquanto a galera decidia, eu resolvi dar um mergulho no canal do Capri Iate Clube.

Vitória e seu mergulho no canal do Capri.

A galera se preparando para a trip.

Estão dizendo que a praia onde ta rolando as ondas é longe e que não tem ônibus hoje (domingo), só que não disseram o quanto era longe, e era... Ufa, ufa! Que caminhada, serviu de aquecimento, o nome da tal praia é Sumidouro, quase desaparecemos de tão longe. Quando chegamos lá, que bela surpresa, um marzão de dá medo, sinistro, altas ondas. Então, já que tínhamos caminhado tudo aquilo, o jeito era entrar e aproveitar as ondas. Mais tarde, meu pai disse que foram 10km contando a ida e a volta, ele utilizou um programa de navegação para ver a distância exata.

Praia do Sumidouro ao fundo o Morro João Dias.

Surfamos quase duas horas e entre vacas (tombos) e ondas surfadas a trip foi positiva. Meus pais estavam na areia com a turma do veleiro Gameio. Quando meu pai notou que a maré estava enchendo entrou na água e me chamou para irmos embora. Acabou a festa... Começamos a voltar e a maré já estava bem alta, se minha mãe soubesse o que nos esperava, ela nunca teria saído do barco.

Marta e a turma do veleiro Gameio.

Na volta, o primeiro "enrosco" foi atravessar a barra na foz da Lagoa do Saguaçu/Canal do Capri, o que na ida era areia com um filete de água que não passava de nossos tornozelos, agora virou mar... A água estava chegando a altura da cintura e as ondas quebrando. Meu pai e o Ricardinho tripulante do veleiro Taai Fung - II levaram minha mãe pela mão (meio a reboque mesmo). Nossa! A maré encheu rápido demais, em uma outra barra de arroio atravessamos com a água já no peito. No meio de galhos, não conseguíamos saber onde e no que estávamos pisando e lá pelas tantas, até uma moréia morta apareceu na areia para ajudar a nos assustar mais. Eu e o Binho (Rodrigo) do veleiro Bruxo, subimos nas pranchas e remamos. Chegando no canal, ficamos tomando banho de mar.

A barra do "enrosco" clicada na ida antes da maré encher.

O dia rendeu e foi bem legal, pena que o Binho vai embora hoje, só vamos encontrar eles em Floripa. Lavei minha prancha, troquei de roupa e fui para o barco vizinho o veleiro Gameio (tchê!), onde estavam os meus pais, saboreando um... Churrasco. Não podia deixar de ser né? Muita farra, muita risada, a tripulação do Gameio é bem divertida, valeu mesmo. Mais tarde, reunião de comandantes para decidir horário de saída no dia seguinte, ajudei meu pai a colocar o bote para cima do barco, ajeitamos tudo e cama.

Marta, Izadora, Diogo, Mirella e Rogério a bordo do Gameio churrasqueando tchê.

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